segunda-feira, agosto 04, 2008

A Cura

Textos, pretextos, fora de contexto...
Incute em mentes, tamanha covardia...
A cria da cobra, a agonia...
O disparate sempre insano de uma mente vazia...
Que autentica o palco falso, palanque alto...
A vida medida a passos largos
E ensopados de gordura, enfeiados
Insalubridade incurável
Insanidade indomável
A dor elevada a extremos indecifráveis
A idiotia de um tempo em que se nega a liberdade
O cancêr da concepção e pensamentos tacanhos
Que se acorrenta a si próprio divertindo-se do mal
O tem-se tudo quando nada pode ter
O chiclete do trôco de supermercado
Mascado e que ninguém, em sã consciência, pode mais querer...
É insânia auto-infligida
Como a idiopatia de existência sem precedente
E que se espalha inundando todo o corpo de afecções sem limite...
De infecções e dermatite
Apodrecendo cada órgão e fazendo-os cair
Reduzindo-os a fétido odor,
Que exala o cheiro pútrido das mentiras proferidas a altos gritos de sobre um palco...
De microfone na mão e uma crença vacilante no coração...
Que sua gravata, de forca jamais irá servir...
Mas quero deixar claro que conheço,
Através da História pouco contada
Que a insânia pode ser superada
E as gravatas serão amarradas em árvores fortes
Uma a uma, sem esquecer um único membro da escória bastarda
Pendurá-los-emos pelas gargantas asfixiadas...
O sangue escorrendo das mãos arrancadas e olhos perfurados...
Verei, regozijado, a turba pululando
Ao redor dos corpos podres que se esfacelam levando embora a mentira
E a doença que outrora corroía...
É só assim que a saúde pode voltar a existir...
A superação de um povo sobre o domínio de si

2 comentários:

Gênesson Honorato disse...

[...] E assim encontremos "A cura"
Palavras da salvação!
R: a resposta é sua...!rs
até a próxima

João Lins disse...

AMÉM!!!
rsrsrs